Movimentação de cargas chega a R$ 411 bi no país

A AT&M Tecnologia, líder no processo de averbação eletrônica, registrou no mês de dezembro/17 R$411 bilhões em movimentação de transporte de cargas no país, para efeito de seguros, incluindo o seguro de responsabilidade civil obrigatório, conforme resolução 247 do órgão regulador SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), gerando a movimentação de 80 milhões de documentos de seguros, entre transportadoras, corretores, embarcadores e companhias de seguros. Em dezembro de 2016, foram registrados R$ 305 bilhões em movimentação de transporte de cargas, gerando a movimentação de 60 milhões de documentos entre transportadoras, corretores, embarcadores e companhias de seguros. No período comparativo, foi registrado um aumento de 35% em relação à movimentação de cargas.

Segundo o sócio diretor da AT&M, Flademir Lausino de Almeida, desde outubro de 2017, após as novas exigências das Secretarias de Fazenda dos Estados e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em relação à emissão obrigatória do MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais eletrônico – versão 3.00) para transportes de cargas interestaduais, é preciso emitir o CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) e averbar a carga transportada. Depois, com o número da averbação eletrônica é possível realizar a emissão do MDF-e, documento fiscal que pode ser solicitado nas fronteiras de cada estado pela fiscalização.

Por isso, a movimentação da carga registradas vem ultrapassando mais de R$ 400 bilhões por mês, desde 2017. “Durante todo o ano passado, as seguradoras, transportadoras e embarcadores foram se adaptando para o cumprimento destes requisitos, o que fez aumentar o registro de movimentação de cargas no país. As oscilações de um mês para o outro também têm influência com base no desempenho da economia”relata Flademir Lausino de Almeida.

Hoje, a AT&M Tecnologia atende mais de 20 mil empresas no mercado de transporte de cargas e seguros, sendo responsável pelo registro e movimentação de mais de 80 milhões de documentos por mês, que são emitidos pelas empresas de transportes e embarcadores na realização do transporte de suas cargas. Além disso, detém em torno de 40% do mercado de sistemas e serviços para a averbação do seguro de transporte de carga. É responsável pela quase totalidade das companhias de seguros que atuam no segmento de transporte de cargas e em torno de 800 corretores, destaca Flademir Lausino de Almeida.

Fonte: www.painellogistico.com.br

Preços da soja podem subir

Redução nos estoques finais significa alta no mercado

O Quarto Relatório de Acompanhamento de Safras, divulgado nesta quinta-feira pela Conab, trouxe alterações muito importantes sobre a soja em grão para o período. Na visão do analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica, os números podem ser positivos no médio prazo.

Por um lado estão projetados os maiores estoques iniciais dos últimos seis anos, subindo para 1,92 milhão de toneladas, contra 1,48MT da safra anterior. Foi registrado o segundo maior volume de produção da história da soja no Brasil – 110,44 MT, queda de 3,8% em relação à safra anterior.

Por outro lado, haverá volume recorde de consumo interno, graças ao aumento do uso do óleo no etanol, para 47,28 MT. Por outro. O volume de exportações será o segundo maior da história do País, com 65 milhões de toneladas, queda de 4,6% em relação à temporada anterior.

O mais importante resultado é o menor nível de estoques finais dos últimos seis anos: apenas 472,9 mil toneladas, cerca de 75,32% a menos do que as 1,92 milhão de toneladas da temporada anterior.

Quais as consequências disto sobre os preços? Segundo Pacheco, é a forte possibilidade de alta nos preços internos porque redução nos estoques finais significa alta no mercado: “Esta redução nos estoques está ligada a dois fatores: a continuação do excelente fluxo das exportações que dever se manter 23,78% ou 12,49 milhões de toneladas acima da média dos últimos 5 anos; e o aumento do uso interno do óleo de soja na mistura de biocombustíveis para 10% a partir de março, elevando em pelo menos 1,5 milhão de toneladas o uso interno da soja em grão”.

“É impossível projetar um preço a que pode chegar a soja, mas, recomendamos que os agricultores fiquem atentos às oscilações diárias do mercado, observando principalmente dois pontos: a sua rentabilidade, ao invés do preço (o preço engana muito, vide safra 2016/17); o gráfico, mais do que o fechamento, porque ele mostra a tendência”, conclui o analista da T&F.

Fonte: www.agrolink.com.br

Caminhões basculantes serão obrigados a terem sistema de segurança até esse mês

A Resolução 563 do Contran passou a obrigar a adoção de um sistema de segurança extra para os caminhões basculantes. Essa exigência se deve principalmente a acidentes causados por caçambas levantadas, trafegando em grande velocidade, que se chocaram contra estruturas sobre as rodovias, como passarelas e outras estruturas, causando grandes prejuízos e várias mortes.

Essa resolução determina a adoção obrigatória de um sistema duplo de segurança, que avisa e evita que a caçamba seja levantada com o caminhão em movimento. Em geral, as caçambas sobem sozinhas porque a tomada-de-força do câmbio não é desligada após o basculamento, e faz com que a caçamba suba lentamente com o caminhão rodando.

São três tipos de dispositivos, que poderão ser combinados de duas formas diferentes. A legislação prevê o uso Tipo A (primário e secundário) ou tipo B (primário e terciário). Não é obrigatório ter os três sistemas no caminhão. O dispositivo de segurança primário garante que o acionamento da tomada-de-força só aconteça a partir de dois comandos ou de um comando de dois estágios. O secundário dá um aviso visual e sonoro para alertar o operador. E o terciário é um sistema eletrônico que limita a velocidade do veículo a 10 km/h quando a tomada de força estiver ligada.

Caminhões novos, fabricados desde Janeiro deste ano já são obrigados à sair de fábrica com o sistema. Para caminhões fabricados antes de 2017, a instalação passa a ser obrigatória a partir de Janeiro de 2018. A comprovação será na inspeção para obtenção do CSV – Certificado de Segurança Veicular, feito nas empresas credenciadas pelo Inmetro.

“A exigência do CSV foi adiada para 1º de janeiro de 2018 porque o sistema de controle SIS-CSV do Denatran/Serpro precisa contemplar essa exigência para basculantes, mas os kits já podem ser adquiridos e instalados nas oficinas mecânicas”, explica o presidente da Associação Paranaense dos Organismos de Inspeção Acreditados, Everton Pedroso.

O kit de instalação pode custar entre R$ 500 e R$ 1.000, dependendo do local de instalação e do tipo do kit a ser instalado.

Veja a íntegra da resolução:

RESOLUÇÃO Nº 563, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015
Dispõe sobre o sistema de segurança para a circulação de veículos e implementos rodoviários do tipo carroceria basculante.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN), usando da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e conforme o Decreto nº4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito (SNT);

Considerando o disposto no art. 103 do CTB, que determina que o veículo só poderá transitar pela via quando atendidos os requisitos e as condições de segurança estabelecidos no Código de Trânsito Brasileiro e em normas do CONTRAN;

Considerando a necessidade de regulamentar a circulação de veículos e implementos rodoviários do tipo de carroceria basculante;

Considerando o disposto nos processos de número 80000.003354/2014-59, 80000.005901/2014-31, 80000.010253/2014-34 e 80020.001175/2014-49;

RESOLVE:

Art. 1º Esta Resolução dispõe sobre o sistema de segurança para a circulação de veículos e implementos rodoviários do tipo carroceria basculante.

Art. 2º O disposto nesta Resolução não se aplica ao caminhão-trator sem sistema hidráulico, não destinado à operação com basculante.

Art. 3º Os seguintes sistemas de segurança são definidos na norma ABNT NBR 16141 e apresentados a seguir:

I – dispositivo de segurança primário – dispositivo que impede o acionamento da tomada de força de forma involuntária e de modo que, para o acionamento, sejam necessários dois comandos de acionamentos ou um comando de dois estágios;
II – dispositivo de segurança secundário – aviso visual e sonoro, com intuito de alertar o operador sobre o acionamento da tomada de força, sendo que o aviso visual deverá ser colocado na altura do painel e no campo visual do operador;
III – dispositivo de segurança terciário – dispositivo eletrônico de controle do acionamento da tomada de força que objetiva garantir que o caminhão não passe de 10km/h com a tomada de força ligada.

Art. 4º O veículo do tipo carroceria basculante deverá possuir sistema hidráulico que utilize o sistema de segurança Tipo A, que é composto pelos dispositivos de segurança primário e secundário, ou o Tipo B, composto pelos dispositivos de segurança primário e terciário.

Art. 5º Os veículos do tipo carroceria basculante deverão possuir fixados no para-brisa os avisos de alerta e segurança sobre a operação dos dispositivos.
Parágrafo único. A apresentação do Certificado de Segurança Veicular (CSV) será exigida anualmente para o licenciamento destes veículos.

Art. 6º Cabe ao implementador fornecer o manual de operação do sistema de basculamento e a descrição do sistema de segurança juntamente com o implemento, sendo obrigatória, pelo menos, a utilização do Tipo A.

Art. 7º O Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) poderá, a qualquer tempo, solicitar ao implementador ou ao instalador do conjunto hidráulico a apresentação dos resultados de ensaios que comprovem o atendimento das exigências estabelecidas nesta Resolução.

Art. 8º Os caminhões e implementos nacionais e importados do tipo carroceria basculante, a partir de 1º de janeiro de 2017, somente poderão transitar nas vias terrestres abertas a circulação se atenderem aos requisitos desta Resolução.
Parágrafo único. Faculta-se a adoção desta Resolução a partir da data de sua publicação.

Art. 9º A não observância dos preceitos desta Resolução sujeita o infrator às penalidades previstas nos incisos IX ou X do artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro.

Art. 10. Esta Resolução entrará em vigor na data da sua publicação.

Alberto Angerami
Presidente
Guilherme Moraes Rego
Ministério da Justiça
Alexandre Euzébio de Morais
Ministério dos Transportes
Himário Brandão Trinas
Ministério da Defesa
José Maria Rodrigues de Souza
Ministério da Educação
Página nº 03, da Resolução CONTRAN nº /2015.
Luiz Fernando Fauth
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Edilson dos Santos Macedo
Ministério das Cidades
Marcelo Vinaud Prado
Agência Nacional de Transportes Terrestre
Margarete Maria Gandini
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Fonte: www.comandologistica.com.br

Petrobras sobe novamente o preço do diesel

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (29) alta de 0,5 % no preço do diesel e queda de 0,8% no preço da gasolina comercializados nas refinarias. Os reajustes são válidos partir de amanhã, 30 de novembro.

A estatal divulgou aumento de 0,3% no preço do diesel e redução de 2,3% no preço da gasolina comercializados nas refinarias. Os reajustes eram válidos partir de hoje.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente.

Desde o início da nova metodologia, a gasolina acumula alta de 23,83% e, o diesel, valorização de 24,39%.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Agropecuária impulsiona economia do Brasil

Com uma expectativa de crescimento entre 9% e 11% em 2017, o setor agropecuário é um dos que mais contribui com a economia do País. Prova disso está na balança comercial brasileira. No superávit de US$ 47,7 bilhões registrado em 2016, o agronegócio foi responsável por 46,2% de tudo o que foi vendido ao exterior.

Apesar dessa relevância, o setor carece de dados atualizados e completos sobre as características da produção no Brasil, já que o último Censo Agropecuário foi realizado em 2006. O novo levantamento iniciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana pretende suprir essa necessidade.

Paulo Camuri, assessor técnico da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), explica que o setor passou por mudanças significativas desde que foi realizado o Censo Agro 2006. “Na comparação da safra 2005/2006 com a safra 2016/2017, tivemos um aumento de produtividade de 55%, o aumento da área plantada em 26% e dobramos a produção para 238 milhões de toneladas de grãos”, diz.

Além dos resultados que mostram o crescimentos da agropecuária, o Censo de 2017 deve mostrar também mudanças na forma de produção. “Imaginamos que essa fotografia virá diferente e para melhor. É importante termos acesso a essa nova realidade do mercado agropecuário, do perfil da propriedade, do uso do solo. Essas características vão ajudar a promover novas políticas públicas, afirma Camuri.

Produção Sustentável

Preocupado em promover o crescimento com responsabilidade, o governo incentiva práticas de manejo sustentáveis no agronegócio. O Ministério da Agricultura, por exemplo, executa o Rural Sustentável, que visa à adoção ampla pelos produtores rurais de tecnologias agrícolas de baixa emissão de carbono, que recuperem o potencial produtivo de áreas agrícolas degradadas e que permitam restaurar áreas de manutenção legal de vegetação nativa.

Outro plano é o Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC). A finalidade é organizar e planejar as ações a serem realizadas para a adoção das tecnologias de produção sustentáveis, selecionadas com o objetivo de responder aos compromissos de redução de emissão de gases do efeito estufa no setor agropecuário assumidos pelo País.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Estado arrecada quase R$ 5 milhões de impostos para transporte de madeira

Em menos de três meses, desde que a Justiça acolheu pedido liminar efetuado pelo Ministério Público e determinou ao Estado de Mato Grosso o cumprimento imediato da Lei Complementar Estadual 235/2005, que exige a apresentação dos Certificados de Identificação de Madeira (CIM) para transporte interestadual de produtos florestais extraídos no território mato-grossense, foram recolhidos quase R$ 5 milhões em impostos.

De julho até setembro deste ano, já foram fiscalizados 167.467 mil metros cúbicos de madeira, quantidade correspondente a cerca de quase seis mil caminhões carregados. Desse total, apenas 841 metros cúbicos não apresentou documentação correta, equivalente a 0,5% do total vistoriado. As irregularidades resultaram na apreensão de 25 caminhões.

Do total arrecadado, R$ 498.588,79 mil são provenientes de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS); R$ 2.838.753,66 milhões para o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e R4 1.601.732,52 referente a taxa de serviço de identificação da madeira.

Mato Grosso é o único Estado que exige a certificação da madeira para transporte interestadual. Para o Indea, o baixo percentual de irregularidades e apreensões demonstram que apenas um pequeno grupo de madeireiros insistem em continuar na ilegalidade, na tentativa de burlar a fiscalização.

A inspeção das espécies de madeira em trânsito é feita pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT), atualmente em dois postos de fiscalização localizados na BR 364, no Distrito Industrial, saída de Cuiabá para Rondonópolis; e em Barra do Garças.

A exigência da apresentação dos Certificados de Identificação de Madeira (CIM) ficou suspensa por um período de cinco anos, quando a Assembleia Legislativa publicou a Lei Complementar 484/2013, dispensando a condicionante. Na ocasião, a tentativa de “afrouxar” os meios de fiscalização foi contida pelo Tribunal de Justiça que suspendeu cautelarmente a eficácia da referida norma após acatar pedido do Ministério Público.

De acordo com o promotor de Justiça Joelson de Campos Maciel, ainda em 2013, o Poder Legislativo editou outra lei complementar idêntica- a 519/2013. Uma segunda ADIN foi proposta e, mais uma vez, o Tribunal de Justiça suspendeu os seus efeitos cautelarmente. O poder-dever estatal de promover a identificação de madeiras foi restabelecido em novembro de 2015.

Fonte: Transporte em Foco

Plantio do milho verão atinge 37% no Centro-Sul

Plantio do milho verão atinge 37% no Centro-Sul

O estado que lidera o plantio do milho é o Rio Grande do Sul com 82% da área. Santa Catarina e Paraná também estão avançados, com 74% e 71%, respectivamente.

De acordo com a assessoria AgRural, até quinta, dia 12, 37% da área de milho verão estava plantada no Centro-Sul do Brasil, ante 29% da semana anterior, 42% no mesmo período do ano passado e 34% na média de cinco anos.

Além de favorecerem o desenvolvimento das lavouras, os bons volumes de chuva registrados nos últimos dias não chegaram a atrapalhar o plantio, já que também houve intervalos de tempo aberto, que foram aproveitados pelos produtores para entrar com as plantadeiras em campo.

Como é tradicional, os estados do Sul lideram, com plantio feito em 82% da área no Rio Grande do Sul, 74% em Santa Catarina e 71% no Paraná. Também já há plantio em São Paulo, que semeou 3% da área total prevista.

A AgRural estima a área de milho verão do Centro-Sul em 2,97 milhões de hectares, com queda anual de 12%. A produção potencial, calculada com base na linha de tendência de produtividade, é de 21,6 milhões de toneladas, queda de 14%.

Fonte: transporteemfoco.com.br

Quer ser motorista? Veja como se preparar

Confira 5 dicas básica de como se preparar para ingressar na profissão de motoristas de caminhão e atender as principais exigências das transportadoras.

5 – CNH E CURSOS BÁSICOS
Para se candidatar a uma vaga de carreteiro é necessário ter 21 anos, carteira nacional de habilitação (CNH) categoria E. O candidato deve também ter o curso Mopp (Movimentação de Produtos Perigosos) para atender a legislação vigente que permite transportar qualquer tipo de produto químico.

4 – RESPONSABILIDADE
Comprometimento, ter responsabilidade com as regras da organização e as tarefas designadas são as características mais valorizadas. A assiduidade é também parte do compromisso assumido com a empresa. Ter disponibilidade de horário porque a escala é diversificada com trajetos curtos, médios ou longos em dias variados da semana. É uma necessidade do trabalho desse profissional.

3 – AMOR A PROFISSÃO
Gostar do que faz do que faz também é fundamental. No caso dos motoristas, é essencial que ele esteja não apenas descansado e bem de saúde, como consciente da responsabilidade de dirigir com segurança, preservando sua vida e de todos que estão a sua volta.

2 – CURSOS E TREINAMENTO
É importante estar atualizado e realizar cursos que abordem direção defensiva, logística e atendimento a clientes. O Sest Senat promove cursos online voltados para o motorista de caminhão, confira.

1 – SEGURANÇA
O índice de roubo de carga é cada vez mais alto. O motorista deve evitar dar informações sobre seu roteiro para pessoas que não conhece. Geralmente as abordagens acontecem em postos de serviços ou áreas de descanso.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Custo do transporte da safra no Brasil é quatro vezes superior ao dos EUA e Argentina

O custo logístico médio de escoamento da produção agrícola no Brasil é quatro vezes superior em relação a dois de nossos principais concorrentes, Estados Unidos e Argentina. Foi o que afirmou Luiz Fayet, consultor para Infraestrutura e Logística da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), durante evento nesta sexta-feira (15) em São Paulo (SP). “A infraestrutura logística ruim tira competitividade e renda do nosso agronegócio”, disse Fayet.

Para exemplificar a necessidade de o Brasil passar a escoar mais produtos pelos portos da região Norte, Fayet apresentou outro cálculo. Segundo ele, de Sorriso (MT) até Santos (SP) ou Paranaguá (PR), o transporte de uma tonelada de grãos até a China custa em torno de US$ 130. “Pelos terminais do Arco Norte este custo cai para US$ 80.”

De acordo com Gustavo Spadotti, analista do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Embrapa, o desafio é melhorar as vias de acesso para o Arco Norte. “Além do escoamento, há o gargalo da armazenagem, já que a produção cresce acima da capacidade de estocagem do País”, ressaltou.

Ambos também salientaram que historicamente a matriz de transporte da safra agrícola está errada, já que é baseada em rodovias, e não em ferrovias e hidrovias. Segundo Fayet, desafios relacionados a reservas de mercado/cartelização afastam investimentos privados no transporte sobre trilhos e nos portos.

“Em rodovias, alguma coisa foi feita via parcerias-público-privadas (PPPs).” De acordo com o consultor da CNA, outro exemplo negativo é a navegação de cabotagem [transporte entre portos domésticos], que no Brasil é sete vezes maior do que o transporte intercontinental. “Os investidores internacionais estão com a senha para investir, mas não o fazem por receio da insegurança jurídica no País.”

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Som alto dentro do veículo traz riscos à segurança e à saúde

Além de infração de trânsito grave, ouvir música em volume muito elevado pode distrair o motorista e causar perda auditiva

Escutar uma música em um alto volume enquanto dirige pode parecer uma ação comum para muitas pessoas. Porém, a atitude pode ser prejudicial para a audição e até mesmo distrair o motorista, aumentando as chances de algum acidente no trânsito.

No último mês, o Contran (Conselho Nacional do Trânsito) regulamentou, por meio da Resolução nº 624, a aplicação de multas por causa de som alto dentro do carro sem a necessidade de medir a altura do ruído com um decibilímetro (aparelho que mede o som em decibéis). A infração é considerada grave, ocasionando 5 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), multa de R$195,23 e retenção do veículo.

Antes desta resolução, o artigo 228 do Código Brasileiro de Trânsito estabelecia um limite aceitável de até 80 decibéis (volume de som equivalente ao ruído de uma rua com trânsito intenso) a uma distância de 7 metros e de 98 decibéis (volume de som semelhante ao de equipamentos como lixadeiras, esmerilhadeiras) a apenas 1 metro.

Perigosa distração
Quando som do veículo está muito alto ocorre a redução da própria atenção e de outros condutores, causando distrações e prejudicando a percepção de alertas importantes como buzina, sirenes ou até mesmo um chamado verbal. “É extremamente importante que a atenção do condutor seja total e que exista cautela na hora de aumentar o volume do som do carro, afinal, muitos avisos de trânsito são realizados através de sinais sonoros”, explica o coordenador de Saúde e Segurança no Trabalho da CART – Concessionária Auto Raposo Tavares, Nivaldo Bautz.

O som alto não é apenas prejudicial para a atenção, a exposição prolongada a um volume elevado também pode danificar a audição. Esse processo é chamado de PAIR (perda auditiva induzida por ruído) e uma exposição diária a um som de 85 decibéis é suficiente para danificar a escuta com o passar do tempo. Apesar de também existir a perda auditiva por trauma acústico, quando a pessoa é exposta a um som extremamente alto, o caso mais comum é a diminuição da audição com a exposição frequente a um elevado volume por um longo período. “Quando a pessoa ouve música alta diariamente, seja no veículo ou com fones de ouvido, a audição é prejudicada aos poucos e muitas vezes a perda auditiva só é percebida quando a lesão se tornou grave”, explica a otorrinolaringologista Sibele Germano. Alguns sintomas dessa lesão no ouvido são: zumbidos, sensação de pressão e do som estar abafado.

 E quem não escuta, pode dirigir?
Quem possui deficiência auditiva pode e deve obter a carteira de habilitação, porém, é necessário que ao dirigir utilize um adesivo no veículo para alertar os demais motoristas que o condutor não ouve. O símbolo, que deve ser fixado no vidro traseiro do carro, é a marca internacional de surdez e tem o objetivo de informar que qualquer comunicação deve ser feita através dos faróis, e não pelo acionamento da buzina, sirenes ou qualquer outra comunicação sonora. Para saber mais sobre o adesivo e outros direitos dos deficientes auditivos basta acessar o site da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis) www.feneis.org.br

A CART, uma empresa Invepar Rodovias, administra o Corredor CART, que é formado pela SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares, no total de 834 quilômetros entre Presidente Epitácio e Bauru, sendo 444 no eixo principal e 390 quilômetros de vicinais. A concessionária está inserida no Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo, fiscalizado e regulamentado pela ARTESP – Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br