Agropecuária impulsiona economia do Brasil

Com uma expectativa de crescimento entre 9% e 11% em 2017, o setor agropecuário é um dos que mais contribui com a economia do País. Prova disso está na balança comercial brasileira. No superávit de US$ 47,7 bilhões registrado em 2016, o agronegócio foi responsável por 46,2% de tudo o que foi vendido ao exterior.

Apesar dessa relevância, o setor carece de dados atualizados e completos sobre as características da produção no Brasil, já que o último Censo Agropecuário foi realizado em 2006. O novo levantamento iniciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana pretende suprir essa necessidade.

Paulo Camuri, assessor técnico da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), explica que o setor passou por mudanças significativas desde que foi realizado o Censo Agro 2006. “Na comparação da safra 2005/2006 com a safra 2016/2017, tivemos um aumento de produtividade de 55%, o aumento da área plantada em 26% e dobramos a produção para 238 milhões de toneladas de grãos”, diz.

Além dos resultados que mostram o crescimentos da agropecuária, o Censo de 2017 deve mostrar também mudanças na forma de produção. “Imaginamos que essa fotografia virá diferente e para melhor. É importante termos acesso a essa nova realidade do mercado agropecuário, do perfil da propriedade, do uso do solo. Essas características vão ajudar a promover novas políticas públicas, afirma Camuri.

Produção Sustentável

Preocupado em promover o crescimento com responsabilidade, o governo incentiva práticas de manejo sustentáveis no agronegócio. O Ministério da Agricultura, por exemplo, executa o Rural Sustentável, que visa à adoção ampla pelos produtores rurais de tecnologias agrícolas de baixa emissão de carbono, que recuperem o potencial produtivo de áreas agrícolas degradadas e que permitam restaurar áreas de manutenção legal de vegetação nativa.

Outro plano é o Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC). A finalidade é organizar e planejar as ações a serem realizadas para a adoção das tecnologias de produção sustentáveis, selecionadas com o objetivo de responder aos compromissos de redução de emissão de gases do efeito estufa no setor agropecuário assumidos pelo País.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Estado arrecada quase R$ 5 milhões de impostos para transporte de madeira

Em menos de três meses, desde que a Justiça acolheu pedido liminar efetuado pelo Ministério Público e determinou ao Estado de Mato Grosso o cumprimento imediato da Lei Complementar Estadual 235/2005, que exige a apresentação dos Certificados de Identificação de Madeira (CIM) para transporte interestadual de produtos florestais extraídos no território mato-grossense, foram recolhidos quase R$ 5 milhões em impostos.

De julho até setembro deste ano, já foram fiscalizados 167.467 mil metros cúbicos de madeira, quantidade correspondente a cerca de quase seis mil caminhões carregados. Desse total, apenas 841 metros cúbicos não apresentou documentação correta, equivalente a 0,5% do total vistoriado. As irregularidades resultaram na apreensão de 25 caminhões.

Do total arrecadado, R$ 498.588,79 mil são provenientes de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS); R$ 2.838.753,66 milhões para o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e R4 1.601.732,52 referente a taxa de serviço de identificação da madeira.

Mato Grosso é o único Estado que exige a certificação da madeira para transporte interestadual. Para o Indea, o baixo percentual de irregularidades e apreensões demonstram que apenas um pequeno grupo de madeireiros insistem em continuar na ilegalidade, na tentativa de burlar a fiscalização.

A inspeção das espécies de madeira em trânsito é feita pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT), atualmente em dois postos de fiscalização localizados na BR 364, no Distrito Industrial, saída de Cuiabá para Rondonópolis; e em Barra do Garças.

A exigência da apresentação dos Certificados de Identificação de Madeira (CIM) ficou suspensa por um período de cinco anos, quando a Assembleia Legislativa publicou a Lei Complementar 484/2013, dispensando a condicionante. Na ocasião, a tentativa de “afrouxar” os meios de fiscalização foi contida pelo Tribunal de Justiça que suspendeu cautelarmente a eficácia da referida norma após acatar pedido do Ministério Público.

De acordo com o promotor de Justiça Joelson de Campos Maciel, ainda em 2013, o Poder Legislativo editou outra lei complementar idêntica- a 519/2013. Uma segunda ADIN foi proposta e, mais uma vez, o Tribunal de Justiça suspendeu os seus efeitos cautelarmente. O poder-dever estatal de promover a identificação de madeiras foi restabelecido em novembro de 2015.

Fonte: Transporte em Foco

Plantio do milho verão atinge 37% no Centro-Sul

Plantio do milho verão atinge 37% no Centro-Sul

O estado que lidera o plantio do milho é o Rio Grande do Sul com 82% da área. Santa Catarina e Paraná também estão avançados, com 74% e 71%, respectivamente.

De acordo com a assessoria AgRural, até quinta, dia 12, 37% da área de milho verão estava plantada no Centro-Sul do Brasil, ante 29% da semana anterior, 42% no mesmo período do ano passado e 34% na média de cinco anos.

Além de favorecerem o desenvolvimento das lavouras, os bons volumes de chuva registrados nos últimos dias não chegaram a atrapalhar o plantio, já que também houve intervalos de tempo aberto, que foram aproveitados pelos produtores para entrar com as plantadeiras em campo.

Como é tradicional, os estados do Sul lideram, com plantio feito em 82% da área no Rio Grande do Sul, 74% em Santa Catarina e 71% no Paraná. Também já há plantio em São Paulo, que semeou 3% da área total prevista.

A AgRural estima a área de milho verão do Centro-Sul em 2,97 milhões de hectares, com queda anual de 12%. A produção potencial, calculada com base na linha de tendência de produtividade, é de 21,6 milhões de toneladas, queda de 14%.

Fonte: transporteemfoco.com.br

Quer ser motorista? Veja como se preparar

Confira 5 dicas básica de como se preparar para ingressar na profissão de motoristas de caminhão e atender as principais exigências das transportadoras.

5 – CNH E CURSOS BÁSICOS
Para se candidatar a uma vaga de carreteiro é necessário ter 21 anos, carteira nacional de habilitação (CNH) categoria E. O candidato deve também ter o curso Mopp (Movimentação de Produtos Perigosos) para atender a legislação vigente que permite transportar qualquer tipo de produto químico.

4 – RESPONSABILIDADE
Comprometimento, ter responsabilidade com as regras da organização e as tarefas designadas são as características mais valorizadas. A assiduidade é também parte do compromisso assumido com a empresa. Ter disponibilidade de horário porque a escala é diversificada com trajetos curtos, médios ou longos em dias variados da semana. É uma necessidade do trabalho desse profissional.

3 – AMOR A PROFISSÃO
Gostar do que faz do que faz também é fundamental. No caso dos motoristas, é essencial que ele esteja não apenas descansado e bem de saúde, como consciente da responsabilidade de dirigir com segurança, preservando sua vida e de todos que estão a sua volta.

2 – CURSOS E TREINAMENTO
É importante estar atualizado e realizar cursos que abordem direção defensiva, logística e atendimento a clientes. O Sest Senat promove cursos online voltados para o motorista de caminhão, confira.

1 – SEGURANÇA
O índice de roubo de carga é cada vez mais alto. O motorista deve evitar dar informações sobre seu roteiro para pessoas que não conhece. Geralmente as abordagens acontecem em postos de serviços ou áreas de descanso.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Custo do transporte da safra no Brasil é quatro vezes superior ao dos EUA e Argentina

O custo logístico médio de escoamento da produção agrícola no Brasil é quatro vezes superior em relação a dois de nossos principais concorrentes, Estados Unidos e Argentina. Foi o que afirmou Luiz Fayet, consultor para Infraestrutura e Logística da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), durante evento nesta sexta-feira (15) em São Paulo (SP). “A infraestrutura logística ruim tira competitividade e renda do nosso agronegócio”, disse Fayet.

Para exemplificar a necessidade de o Brasil passar a escoar mais produtos pelos portos da região Norte, Fayet apresentou outro cálculo. Segundo ele, de Sorriso (MT) até Santos (SP) ou Paranaguá (PR), o transporte de uma tonelada de grãos até a China custa em torno de US$ 130. “Pelos terminais do Arco Norte este custo cai para US$ 80.”

De acordo com Gustavo Spadotti, analista do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Embrapa, o desafio é melhorar as vias de acesso para o Arco Norte. “Além do escoamento, há o gargalo da armazenagem, já que a produção cresce acima da capacidade de estocagem do País”, ressaltou.

Ambos também salientaram que historicamente a matriz de transporte da safra agrícola está errada, já que é baseada em rodovias, e não em ferrovias e hidrovias. Segundo Fayet, desafios relacionados a reservas de mercado/cartelização afastam investimentos privados no transporte sobre trilhos e nos portos.

“Em rodovias, alguma coisa foi feita via parcerias-público-privadas (PPPs).” De acordo com o consultor da CNA, outro exemplo negativo é a navegação de cabotagem [transporte entre portos domésticos], que no Brasil é sete vezes maior do que o transporte intercontinental. “Os investidores internacionais estão com a senha para investir, mas não o fazem por receio da insegurança jurídica no País.”

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Som alto dentro do veículo traz riscos à segurança e à saúde

Além de infração de trânsito grave, ouvir música em volume muito elevado pode distrair o motorista e causar perda auditiva

Escutar uma música em um alto volume enquanto dirige pode parecer uma ação comum para muitas pessoas. Porém, a atitude pode ser prejudicial para a audição e até mesmo distrair o motorista, aumentando as chances de algum acidente no trânsito.

No último mês, o Contran (Conselho Nacional do Trânsito) regulamentou, por meio da Resolução nº 624, a aplicação de multas por causa de som alto dentro do carro sem a necessidade de medir a altura do ruído com um decibilímetro (aparelho que mede o som em decibéis). A infração é considerada grave, ocasionando 5 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), multa de R$195,23 e retenção do veículo.

Antes desta resolução, o artigo 228 do Código Brasileiro de Trânsito estabelecia um limite aceitável de até 80 decibéis (volume de som equivalente ao ruído de uma rua com trânsito intenso) a uma distância de 7 metros e de 98 decibéis (volume de som semelhante ao de equipamentos como lixadeiras, esmerilhadeiras) a apenas 1 metro.

Perigosa distração
Quando som do veículo está muito alto ocorre a redução da própria atenção e de outros condutores, causando distrações e prejudicando a percepção de alertas importantes como buzina, sirenes ou até mesmo um chamado verbal. “É extremamente importante que a atenção do condutor seja total e que exista cautela na hora de aumentar o volume do som do carro, afinal, muitos avisos de trânsito são realizados através de sinais sonoros”, explica o coordenador de Saúde e Segurança no Trabalho da CART – Concessionária Auto Raposo Tavares, Nivaldo Bautz.

O som alto não é apenas prejudicial para a atenção, a exposição prolongada a um volume elevado também pode danificar a audição. Esse processo é chamado de PAIR (perda auditiva induzida por ruído) e uma exposição diária a um som de 85 decibéis é suficiente para danificar a escuta com o passar do tempo. Apesar de também existir a perda auditiva por trauma acústico, quando a pessoa é exposta a um som extremamente alto, o caso mais comum é a diminuição da audição com a exposição frequente a um elevado volume por um longo período. “Quando a pessoa ouve música alta diariamente, seja no veículo ou com fones de ouvido, a audição é prejudicada aos poucos e muitas vezes a perda auditiva só é percebida quando a lesão se tornou grave”, explica a otorrinolaringologista Sibele Germano. Alguns sintomas dessa lesão no ouvido são: zumbidos, sensação de pressão e do som estar abafado.

 E quem não escuta, pode dirigir?
Quem possui deficiência auditiva pode e deve obter a carteira de habilitação, porém, é necessário que ao dirigir utilize um adesivo no veículo para alertar os demais motoristas que o condutor não ouve. O símbolo, que deve ser fixado no vidro traseiro do carro, é a marca internacional de surdez e tem o objetivo de informar que qualquer comunicação deve ser feita através dos faróis, e não pelo acionamento da buzina, sirenes ou qualquer outra comunicação sonora. Para saber mais sobre o adesivo e outros direitos dos deficientes auditivos basta acessar o site da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis) www.feneis.org.br

A CART, uma empresa Invepar Rodovias, administra o Corredor CART, que é formado pela SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares, no total de 834 quilômetros entre Presidente Epitácio e Bauru, sendo 444 no eixo principal e 390 quilômetros de vicinais. A concessionária está inserida no Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo, fiscalizado e regulamentado pela ARTESP – Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Transportadores de Mato Grosso prometem retomar protesto contra aumento dos combustíveis

A manifestação deve ocorrer nas vias de acesso ao eixo monumental da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, a partir das 5h, nesta terça-feira. As informações foram confirmadas pelo líder do Movimento dos Transportadores de Grãos (MTG) de Mato Grosso, Odilon Pereira da Fonseca, ao Só Notícias. O objetivo é chamar atenção dos políticos e da imprensa internacional. “A intenção é bloquear o acesso dos deputados e dos senadores. Vamos fazer um barulho grande e assim acreditamos que chamaremos atenção da mídia internacional. Infelizmente, os nossos representantes políticos só conseguem enxergar a realidade quando são expostos. Nosso movimento é livre e não tem ligação com nenhum sindicato ou partido político. Nós precisamos que as pessoas se envolvam. Essa causa é de todos nós. Os brasileiros precisam parar de reclamar só nas redes sociais”, disse Fonseca.

O protesto é uma continuidade dos manifestos que começaram no final do mês passado. Eles cobram a revogação total do decreto assinado pelo presidente Michel Temer (PMDB) autorizando o aumento de impostos sobre os combustíveis e encareceu, em média, em R$ 0,46 o litro de diesel, R$ 0,41 o litro da gasolina, R$ 0,20 o etanol, no dia 20 do mês passado. Também querem aprovação do projeto de lei 528/2015, que estabelece preço mínimo para o transporte de cargas e fretes e fim do corte de verbas destinas para a Polícia Rodoviária Federal.

Conforme Só Notícias já informou, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado federal Nilson Leitão (PSDB), apresentou projeto de lei, no mês passado, propondo a isenção de PIS/Cofins da receita bruta da produção, importação ou comercialização de óleo diesel. A medida foi tomada após o protesto realizado pelos transportadores de cargas em Mato Grosso. Caminhoneiros e transportadores trancaram vários trechos da BR-163 por aproximadamente duas semanas protestando contra o aumento destes tributos.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

5 Aplicativos Úteis Para Facilitar a Vida do Caminhoneiro

O transporte rodoviário é um dos setores mais movimentados do país, sendo equivalente a 60% do volume de cargas em todo o Brasil. Consequentemente, o mercado abriga um grande número de empresas buscando frete e, atualmente, há muitos caminhoneiros que atuam de maneira autônoma.

Promover o encontro entre os profissionais deste ramo e empresas ou pessoas que necessitam realizar o deslocamento da carga é, muitas vezes, um desafio.
Pensando nisso, os aplicativos de celular prometem facilitar essa busca, possibilitando vantagens para o caminhoneiro, que precisa de maior visibilidade; e também para empresas, que conseguem encontrar com mais facilidade um transportador, além de realizar melhores negociações.

Confira essa lista com os melhores apps para facilitar a vida dos profissionais!

1. Quero Frete
Permite o encontro em todo o Brasil entre caminhoneiros, que podem se cadastrar gratuitamente no aplicativo, e empresas ou pessoas interessadas no serviço. A negociação pode ser feita diretamente no aplicativo e, além disso, o contratante pode acompanhar a movimentação do veículo com a carga.

As informações ficam armazenadas para consultas futuras e o pagamento deve ser feito por cartão de crédito, diretamente no aplicativo.

Plataformas: Android.

2. Sontra Cargo
O aplicativo oferece um classificado de fretes e caminhões, para que o caminhoneiro encontre com facilidade empresas e pessoas com cargas compatíveis com seu veículo. O aplicativo disponibiliza quatro perfis diferentes: transportadora, caminhoneiro autônomo, agenciador de cargas e indústria. A ferramenta é totalmente grátis.

Plataformas: Android.

3. TruckPad
Disponível para 8 países da América Latina, o aplicativo promove o encontro entre dos caminhoneiros com as empresas, de qualquer porte, que necessitam de frete.

Para isso, basta informar o trajeto, peso da carga, prazos e proposta inicial. O aplicativo envia a proposta para profissionais próximos e o restante da negociação acontece diretamente na plataforma.

Plataformas: Android, iOS e Windows Phone.

4. Fretebras Checkin
A plataforma mostra as empresas e profissionais cadastrados por meio de um mapa de toda a América do Sul, permitindo que o frete seja negociado diretamente com o prestador de serviço. O caminhoneiro pode fazer o cadastro gratuitamente, enquanto as empresas devem pagar uma mensalidade.

Plataformas: Android.

5. BuscaCargas
A plataforma totalmente gratuita permite que empresas cadastrem o carregamento, ficando disponível para que caminhoneiros e transportadores façam uma proposta ao embarcador. A entrega é rastreada via satélite pelo contratante.

Plataformas: Android e iOS.

A Importância de um Smartphone de Qualidade

Com a utilização de aplicativos, a tarefa de encontrar profissionais ou empresas que precisam do transporte de carga fica mais fácil e acessível, principalmente para caminhoneiros autônomos, que conseguem lucrar mais, sem a necessidade de um mediador nas negociações.

Mas para isso, é importante possuir uma boa ferramenta de acesso, como um smartphone de qualidade e que tenha memória suficiente para utilizar os recursos com agilidade, para não ter problemas na hora de usar os aplicativos.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Dia do Motorista foi celebrado com testes de saúde nas rodovias

O Dia do Motorista foi comemorado nesta terça-feira, 25 de julho e, para celebrar a data, a CART – Concessionária Auto Raposo Tavares promoveu ações com foco no bem-estar dos usuários do corredor. A ação “Saúde & Cidadania” foi realizada em 6 bases SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário), ao longo do Corredor CART.  O motorista que passou pelos locais pode realizar a aferição de pressão arterial e realizar teste de glicemia, tudo de forma gratuita. A Concessionária relembra na data que seguir as normas de trânsito e praticar a direção defensiva é dever de todo condutor e salva vidas.

A ação é uma parceria entre a CART e São Francisco Resgate e está integrada ao PRA (Programa de Redução de Acidentes) da Concessionária em parceria com a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (ARTESP).

Dicas de segurança
O Dia do Motorista celebra o Dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, e serve também como um lembrete aos condutores sobre a importância da segurança no trânsito. Usar o cinto de segurança, ligar o farol para dirigir em uma rodovia e não usar o celular enquanto dirige são algumas regras para a condução segura.

Acenda essa ideia: lanterna não é farol baixo
Há um ano, entrou em vigor a lei federal nº 13.290 ,que tornou obrigatório manter o farol ligado durante o dia para o trajeto em rodovias, incluindo perímetros urbanos. O objetivo é proporcionar mais segurança nas rodovias ao sinalizar a proximidade de um veículo em um raio de três quilômetros.

Alguns motoristas ainda estão trafegando com lanterna acesa, quando o certo é usar o farol que é ligado à noite. A incerteza que pode ter atingido alguns usuários refere-se ao termo “luz baixa”, o qual é popularmente empregado para mencionar a “lanterna” dos veículos, aquela luz mais fraca que é ligada em dias chuvosos.

Afivele os cintos
O cinto de segurança mantém as pessoas em seus lugares e ameniza o impacto causado por uma colisão ou frenagem. Apesar da importância do dispositivo, às vezes seu uso passa despercebido pelos passageiros do banco traseiro e de transportes coletivos. Por exemplo, enquanto o carro é conduzido a 80 km/h, o corpo dos ocupantes se movimenta na mesma velocidade; quando em contato com uma barreira o carro automaticamente já reduz esta velocidade, mas as pessoas não. Dessa forma, o peso de cada passageiro sofre a ação da velocidade, ou seja, seu peso aumenta em praticamente dez vezes.

Sinalização reforçada
Bauru, assim como outras cidades da região, é cortada por rodovias que ligam um trecho urbano a outro. Por não ter semáforos e maior velocidade permitida, esse perímetro é uma alternativa bastante usada pelos condutores. No entanto, é preciso que os motoristas respeitem as normas de segurança viária.

Motoristas com destino ao trabalho, às férias ou voltando para casa, são inúmeros os perfis de usuários que passam diariamente pelo trecho urbano de uma rodovia. Mas, é preciso saber utilizar as faixas de aceleração e desaceleração ao acessá-lo. Para ajudá-los, os engenheiros da Concessionária projetam as faixas de aceleração e desaceleração no começo e no fim de um acesso viário.

Essa sinalização é indicada por uma pintura zebrada branca, que irá determinar onde entrar e sair de uma rodovia, além de permitir que o veículo tenha espaço suficiente para acelerar ou diminuir a velocidade, sempre com segurança. Acessar corretamente uma marginal possibilita a redução de colisões traseiras, por exemplo.

A CART, uma empresa Invepar Rodovias, administra o Corredor CART, que é formado pelas rodovias SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares, no total de 834 quilômetros entre Presidente Epitácio e Bauru, sendo 444 no eixo principal e 390 quilômetros de vicinais. A segurança dos usuários é um compromisso da Concessionária. Em 2016, a CART registrou 16,23% menos acidentes nas rodovias sob sua concessão em relação ao ano anterior e, no mesmo período, queda de 33,3% em vítimas fatais, antecipando os objetivos determinados como meta pela Década Mundial de Redução de Acidentes. A CART está entre as 10 melhores Concessionárias de Rodovias do Estado de SP, ocupando a sexta posição no ranking divulgado pela ARTESP – Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo que regulamenta e fiscaliza o Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Reforma Trabalhista trará avanços para o transporte, avalia setor

Reforma Trabalhista para o transporte

A Reforma Trabalhista passou pelo Senado Federal e, agora, aguarda sanção presidencial para começar a valer. No transporte, a avaliação é que o novo texto deve gerar uma série de benefícios, potencializando o desenvolvimento do setor. Entre os pontos de destaque, estão a prevalência do negociado sobre o legislado (em questões como salários e jornadas de trabalho) e a redução de ações trabalhistas desnecessárias. Além disso, para os transportadores, a modernização da legislação era necessária, porque a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) estava ultrapassada e já não respondia às necessidades das atuais relações de trabalho.

Para o presidente da ABTC (Associação Brasileira de Logística, Transportes e Cargas), Pedro Lopes, “a aprovação da proposta foi possível graças a um esforço conjunto de vários setores e diversas entidades, em especial, o setor empresarial de transporte, que atuou de maneira intensa e decisiva junto aos parlamentares, para que votassem a favor da medida”. Pedro Lopes destaca que o projeto não retira direitos dos trabalhadores; ao contrário, “traz liberdade, segurança e transparência à relação entre empregados e empregadores”. Para ele, a medida representa um avanço e um passo fundamental para que as empresas voltem a contratar e garantir a redução do custo Brasil.

“O setor entra em uma nova era e não tenho dúvidas de que essas mudanças trarão benefícios para o transporte e para a economia como um todo”, analisa o presidente da NTC&Logística, José Hélio Fernandes. Ele destaca, dentre os pontos importantes da Reforma, o fortalecimento da negociação entre as entidades patronais e as laborais. Para Fernandes, isso favorecerá a redução das demandas judiciais que envolvem questões trabalhistas. “O que o trabalhador quer é emprego e renda, e o empresário quer produtividade e um clima harmonioso para todos trabalharem. No médio prazo, os benefícios virão para todos”, ressalta.

No modal aquaviário, a avaliação também é positiva. “A Reforma trará vários benefícios para todos os setores, mas a navegação e o setor portuário devem ter impactos ainda mais positivos, pois são setores com legislações muito rígidas”, acredita Raimundo Holanda, presidente da Fenavega (Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária). Para ele, a desburocratização viabilizada pelo novo texto facilitará as contratações e, com isso, aumentará a empregabilidade.

Fonte: Transporte em foco