“Sem Imposto” Etanol será vendido por menos de R$ 2,00 em Rondonópolis

O Dia Livre de Impostos (DLI), que acontece em nível nacional com ações em empresas de várias cidades para a venda de produtos sem tributação, acontecerá pela primeira vez em Rondonópolis. O evento é uma realização da CDL Jovem da cidade e do Posto Campeão.

No dia 1º de junho, o Posto Campeão estará vendendo 10 mil litros de etanol livre de carga tributária de 32%. O preço normal do posto é de R$ 2,89 e o litro será vendido, somente nesta data e enquanto durar o estoque, a R$ 1,97.

O abastecimento será limitado, sendo 20 litros de etanol por cada carro ou cinco litros para as motos. O posto destinará uma bomba para o abastecimento pela campanha do DLI e quem abastecer ganhará um adesivo do protesto da campanha contra a alta carga tributária cobrada dos brasileiros. O abastecimento no Posto Campeão começará às 6 horas até quando forem esgotados os 10 mil litros.

A presidente da CDL Jovem Thaís Fagotti ressalta que a proposta é alertar a população para a alta carga tributária e para a precariedade dos serviços que são ofertados pelo poder público. “Quem participar do evento estará ajudando a protestar contra a alta carga de tributos. Além disso estaremos disponibilizando a carga tributária de outros produtos no facebook da CDL Jovem de Rondonópolis. Para participar, é só curtir a página e nos ajudar a reproduzir o conteúdo”, destacou.

O evento acontece em nível nacional com CDLs Jovens à frente das ações, os jovens que participam da instituição em Rondonópolis já começaram a planejar esta e outras ações para se engajarem nesta e em outros eventos nacionais e municipais. “Quem for abastecer no Posto Campeão no dia, terá outras surpresas para valorizar mais o seu dinheiro”, concluiu Thaís.

Fonte: Transporte em Foco

Aumento dos preços dos pedágios

Preços dos pedágios da BR-101 sobem nesta quinta-feira

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou o reajuste das tarifas de pedágio da Rodovia BR-101, nos trechos capixabas de Guarapari, Itapemerim, Serra, Pedro Canário, São Mateus, Aracruz e Mimoso do Sul. Os valores serão válidos a partir desta quinta-feira (18), conforme portaria publicada hoje (16) no Diário Oficial da União.

Em Guarapari (ES), a  tarifa para automóveis, caminhonetes e furgões passou  de R$ 4,50 para R$ 5,20 e em Itapemirim (ES), de R$ 3,80 para R$ 4,40. Nas mesmas localidades,  as classes de caminhões e ônibus pagarão R$ 10,40 e R$ 8,80, respectivamente.

Administrada pela Eco101 – concessionária do Grupo EcoRodovias –  a estrada liga o Rio de Janeiro à Bahia. A rodovia conduz às principais praias do Espírito Santo,  e aos cinco importantes portos do país: de Vitória, Tubarão, do Açu, de Ilhéus e da Barra do Riacho.

Fonte: transporteemfoco.com.br

RNTRC: Vinculação da placa ao adesivo QR Code

RNTRC: Você tem até 31 de maio para regularizar vinculação da placa ao adesivo (QR Code)

A ANTT – AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES, comunicou que:

A regularização de veículos suspensos, devido ao processo de recadastramento que não foi completado por falta de vinculação do código do adesivo à placa do veículo, poderá ser feita a qualquer momento, sem custos para o transportador, dentro do prazo final definido no cronograma de recadastramento, que é o dia 31 de maio de 2017.

Os transportadores que não completarem o processo de identificação visual por falta de associação do código do adesivo (QR-Code) à placa até 31 de maio de 2017, terão os veículos excluídos do registro de sua frota e deverão reiniciar todo o processo de recadastramento dos mesmos arcando novamente, inclusive, com os custos das taxas para nova inclusão de cada placa de veículo no registro de sua frota junta à ANTT.

Clique aqui e veja como vincular os adesivos aos seus veículos pelo aplicativo.

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Caminhões são depredados em Santos

Quem estava a caminho do litoral de São Paulo nesta sexta-feira encontrou diversas barreiras criadas pelos participantes da greve geral que atingiu todo o Brasil. No porto de Santos, caminhões foram depredados e teve muita soja que foi parar no chão. De acordo com os sindicatos, a orientação era apenas de paralisação, mas não descartam mais dias de greve.

Antes das 8h, o trânsito de caminhões para carregar e descarregar no porto já estava completamente parado. Os grevistas cortaram as mangueiras de ar dos caminhões que integram os sistemas de freios, prejudicando a locomoção dos veículos.

“Chegaram 30 pessoas, pararam ali na frente e cortaram a mangueira. Soltaram a trava de carreta e foram embora”, disse o caminhoneiro Luiz Carlos Reis.

As polícias rodoviária e militar foram acionadas e abordaram suspeitos. Além disso, equipes da concessionária Ecovias foram chamadas para prestar auxilio aos caminhoneiros no conserto dos veículos.

O caminhoneiro Vitor Sérgio de Lima, queria o caminhão com farelo de trigo para levar até Descalvado, no interior paulista. A carga teria que ser entregue no fim de semana, mas com a greve acabou perdendo o prazo e só vai conseguir reagendar para semana que vem. “Agora não dá mais e vou perder uns três dias”, disse.

Alguns caminhões ainda foram apedrejados pelos manifestantes, provocando mais prejuízos. “Foi um susto muito grande, pois queriam colocar fogo no caminhão”, lamentou.

Segundo informações passadas na rodovia, mais de 100 veículos formaram uma fila de cerca de dois quilômetros. Na avenida portuária, grevistas colocaram fogo em pneus e despejaram pilhas de soja de quase 20 veículos que estavam prestes a entrar no porto.

Cerca de cinco toneladas foram descarregadas de cada caminhão e motoristas disseram que não tiveram nem tempo de reagir. “Acabou sobrando pra nós. Você dá uma olhada nesse prejuízo, queira ou não queira, sobra alguma coisa pra gente, pois teremos que fazer boletim de ocorrência e correr atrás do prejuízo”, falou o caminhoneiro José Nascimento Dias, que calculou um prejuízo de R$ 7 mil.

A soja só começou a ser retirada da pista depois que retroescavadeiras chegaram ao local. Segundo o presidente da Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp), José Alex Botelho, os responsáveis pelos atos criminosos serão identificados.

“Nós tomamos todas as providências, a guarda portuária foi acionada e as medidas legais foram tomadas. Isso é um ato de vandalismo que não corresponde à democracia do país e nós não precisamos desse tipo de violência. A manifestação tem que ser espontânea e livre, mas tem que se respeitar o direito de ir e vir de cada um e respeitar o patrimônio alheio”, falou.

Mas, apesar dos transtornos, Botelho afirma que o porto operou normalmente com a carga que já havia sido descarregada. “O porto está operando normalmente. Os caminhoneiros que tiveram esse transtorno são orientados a retornar. Um cronograma de chegada foi retomado, então a perda foi momentânea, o que não impacta no nosso dia a dia. Vamos ter uma pequena perda que não é representativa”, disse.

De acordo com Everandy dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Administrativos em Capatazia, nos Terminais Privativos e Retroportuários e na Administração em Geral dos Serviços Portuários do Estado de São Paulo (Sindaport), a orientação antes da greve era para que não houvesse vandalismo. “A orientação de paralisação era para preservar os direitos, evitando o choque. Por exemplo, no porto em si, não houve nenhum incidente. Os incidentes que ocorreram foram fora do porto e tivemos uma paralisação quase total.”

Apesar dos incidentes, os trabalhadores não descartam novas greves. “A gente vai continuar nossos protestos. Hoje foi só o começo e, se o governo continuar sendo intransigente, nós vamos parar todos os portos  e país também”, disse Miro Machado, presidente do Sindicato dos Operários e Trabalhadores Portuários (Sintraport).

Fonte: www.transporteemfoco.com.br

Alta dos combustíveis pode aumentar o custo do frete

A partir do reajuste de preço dos combustíveis praticado pela Petrobras desde a última quinta- feira, 20/04, o Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC&Logística – DECOPE – realizou um estudo para prever o impacto direto no custo operacional dos caminhões.

A análise levou em conta o provável reajuste integralmente repassado de 2,9% na bomba, isto é, cerca de R$ 0,09 por litro, segundo Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC&Logística. O cálculo considerou o consumo de combustível de um caminhão trator 4×2 tracionando carreta furgão de três eixos, com capacidade para 26,2 toneladas de carga.

“A previsão é que o custo tenha um aumento médio de 0,64% (distâncias de 800 km), mas o número pode variar para mais ou para menos, de acordo com a distância percorrida pelo veículo”, explica Neuto. Para quilometragens longas (2,4 mil km), o acréscimo pode chegar a 0,83%.

Ainda de acordo com o estudo, o custo do caminhão pesado poderá sofrer um impacto de 0,11% quando o trajeto for de 50 km, 0,49% em um percurso médio de 400 km e 0,92% quando o deslocamento for muito longo. Deve-se levar em consideração que estes valores foram baseados em carga lotação e, dependendo da operação, a representatividade do combustível varia de 15% a 40%.

Em operações urbanas ou rotas curtas, o combustível pode representar entre 15 e 20% do custo. Já em uma operação rodoviária, por exemplo, do agronegócio, onde são utilizados veículos pesados que percorrem grandes distâncias, o peso do combustível pode subir para 40% ou mais.

Fonte: http://transporteemfoco.com.br

Importações de soja pela China crescem 23% em fevereiro

Importações de soja caíram cerca de 28 por cento ante as 7,66 milhões de toneladas importadas em janeiro

As importações de soja pela China, maior compradora mundial da oleaginosa, cresceram 23 por cento em fevereiro ante o mesmo período do ano anterior, para seu maior nível para o mês desde pelo menos 2010, a 5,54 milhões de toneladas, mostraram dados alfandegários nesta quarta-feira. As importações caíram cerca de 28 por cento ante as 7,66 milhões de toneladas importadas em janeiro, segundo os números da Administração Geral de Alfândega da China.

“A demanda de esmagamento ainda está razoavelmente forte e a capacidade de esmagamento têm continuado a crescer, o que é uma continuação da tendência de janeiro”, disse Monica Tu, analista da Shanghai JC Intelligence Co. “Mas os números ainda estão abaixo do que o mercado esperava. Provavelmente porque alguns carregamentos tiveram atrasos ao passar pela alfândega”, acrescentou ela.

As importações de soja da China em janeiro e fevereiro neste ano totalizaram 13,19 milhões de toneladas, 30 por cento acima das 10,17 milhões de toneladas importadas no mesmo período de 2016. Esse foi o maior volume desde pelo menos 2010. As importações de óleos vegetais em fevereiro caíram pouco mais de um quarto ante o mês anterior para 410 mil toneladas, mostraram os dados.

Fonte: Agrolink

Participação agrícola no mercado mundial deverá aumentar

O presidente Michel Temer manifestou-se hoje (20) otimista com o impulso que o setor agrícola do país poderá dar para a retomada do crescimento econômico, a partir de medidas de incentivo como o processo de desburocratização. Ele acredita que a participação dos negócios no mercado mundial deverá aumentar acima da meta, que é a de passar de 7% para 10% em cinco anos. O presidente participou da cerimônia de lançamento do Plano Agro+SP, no World Trade Center, na zona sul da capital.

Falando a uma plateia de representantes do setor agrícola, ele reagiu aos que cobram atitudes mais pragmáticas do governo federal contra a crise econômica. Afirmou que ao iniciar a gestão, nesses últimos nove meses, encontrou um ambiente de “fortíssima recessão” e que o primeiro passo foi sair dessa condição.

Para demonstrar esse avanço, lembrou que a “Petrobras estava no fundo do poço, mas que seu valor de mercado está 145% maior” e que as ações de outras estatais também se valorizaram. Além disso, destacou o resultado favorável da gradual queda da inflação, com a taxa chegando ao menor nível em 20 anos no último mês de janeiro, e com tendência de atingir variação abaixo de 4,5%, portanto com chance de ficar abaixo do teto da meta. Em consequência, observou, a situação converge para que a taxa básica de juros, a Selic, possa continuar caindo, favorecendo “o resgate da confiança” e dos investimentos.

“Somos um governo reformista. Queremos um país entrando nos trilhos”, disse ele, acrescentando que para levar o Brasil ao crescimento econômico são necessárias medidas de controle de gastos públicos. Segundo o presidente, nesse curto espaço de tempo já foi alcançada uma redução no déficit público, que passou de R$ 170 bilhões para R$ 140 bilhões. Temer reconhece, no entanto, que o saldo negativo ainda é alto e que precisa ser combatido. Nesse sentido, considera essencial a continuidade do encaminhamento de mudanças estruturais.

Ele afirmou que a reforma na área de educação vai devolver a qualidade do ensino e, quanto às demais reformas, como a da Previdência, que estará empenhado em implementá-las. O presidente procurou desfazer comentários da oposição, que, segundo ele, diz aos trabalhadores: “estão roubando os seus direitos”. “Não é nada disso”, afirmou Temer, ao garantir que não se mexerá nos direitos adquiridos.

O presidente foi bastante aplaudido ao defender a redução da carga tributária. Também informou que pretende dar um empurrão na reforma política “Se conseguir fazer isso, me darei por satisfeito”.

Ele reafirmou que o desenvolvimento no setor agrícola está entre as prioridades de seu governo e anunciou a intenção de participar da Agrishow, o maior evento do setor, que ocorre em Ribeirão Preto, no interior paulista. Segundo Temer, a agricultura tem sido a principal abordagem em todas as conversas com os outros países.

Presente ao evento, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse que é intenção do governo ampliar as negociações com o México | Foto: Beto Barata/PR

Presente ao evento, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse que é intenção do governo ampliar as negociações com o México | Foto: Beto Barata/PR

Presente ao evento, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse que é intenção do governo ampliar as negociações com o México, aproveitando o espaço deixado pela política do novo presidente norte-americano, Donald Trump.

Agro+SP

O Agro+ SP faz parte da política do Ministério da Agricultura para incentivar as exportações. No ano passado, as vendas externas do agronegócio paulista atingiram R$ 17,92 bilhões, com alta de 12,8% sobre 2015. Entre os setores em alta estão o complexo sucroalcooleiro, carnes, sucos, produtos florestais e complexo de soja.

São Paulo é o segundo estado a contar com o plano, o Agro+ estadual. O primeiro foi o Rio Grande do Sul e o próximo será Rondônia, que tem lançamento programado para 13 de março. O Distrito Federal está com lançamento agendado para a segunda quinzena de maio, durante a feira AgroBrasília. Os estados de Mato Grosso, Pernambuco, do Rio Grande do Norte, da Bahia, do Rio de Janeiro e de Goiás já demonstraram interesse ou estão com seus planos avançados.

O objetivo é desburocratizar as atividades, reduzindo os custos de produção e ampliando o fluxo de negócios. O ministro da agricultura informou que a pasta recebeu até agora 400 demandas, das quais já foram atendidas em torno de 300. Entre as demandas está a questão de rótulos de produtos que exigiram a presença física dos empreendedores para a liberação. Agora, a tramitação dos pedidos e da autorização ocorre por meio de um programa online. Outra demanda, lembrou o ministro, é quanto à temperatura interna dos alimentos embalados que tinham de ser mantidos a 18 graus negativos. Agora, passou a ser adotado o padrão de outros países, baixando para 12 graus negativos.

Fonte: Agência Brasil

Terceira semana de fevereiro tem superávit de US$ 1,249 bilhão

No acumulado do ano, saldo positivo chega a US$ 5,140 bilhões, com crescimento de 85,3% em relação ao mesmo período de 2016

Na terceira semana de fevereiro, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,249 bilhão, com exportações de US$ 4,274 bilhões e importações de US$ 3,025 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo MDIC.

Acesse aqui os dados completos da balança comercial

No período, a média das exportações chegou a US$ 854,8 milhões – valor 12% acima do registrado até a segunda semana de fevereiro (US$ 763,5 milhões). Houve aumento de 40,1% nas exportações de produtos básicos, por conta de petróleo em bruto, soja em grão, minério de ferro, carne bovina e minério de alumínio.  Já os embarques de semimanufaturados tiveramredução de 9,4% e os de manufaturados caíram, 8,7%, em função de ouro em formas semimanufaturadas, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido bruto e ferro spiegel (semimanufaturados), e de óleos combustíveis, tubos flexíveis, de ferro ou aço, suco de laranja não congelado, polímeros plásticos, motores e geradores elétricos (manufaturados).

Em relação à média diária das importações, houve uma retração de 2,1%. Caíram os gastos com combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos, filamentos e fibras sintéticas e artificiais, cereais e produtos da indústria da moagem, aeronaves e peças.

Mês

Em fevereiro, até a terceira semana,as exportações somam US$ 10,383 bilhões e as importações, US$ 7,968 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,415 bilhões. Nas exportações, comparadas as médias até a terceira semana de fevereiro (US$ 798,7 milhões) com a de fevereiro de 2016 (US$ 702,3 milhões), houve crescimento de 13,7%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+31,9%), e manufaturados (+3,5%), Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-5,1%). Em relação a janeiro de 2017, houve crescimento de 17,8%, em virtude dos aumentos nas vendas de produtos manufaturados (+29,5%) e básicos (+18%), enquanto caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-3,4%).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de fevereiro deste ano (US$ 612,9 milhões), ficou 13% acima da média de fevereiro de 2016 (US$ 542,2 milhões). Cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool, combustíveis e lubrificantes, adubos e fertilizantes, equipamentos elétricos e eletrônicos, veículos automóveis e partes. Na comparação com janeiro de 2017, houve crescimento de 10,7%, pelos aumentos em combustíveis e lubrificantes, bebidas e álcool, farmacêuticos, químicos orgânicos e inorgânicos, veículos automóveis e partes.

Acumulado

De janeiro até a terceira semana de fevereiro, os embarques totalizam US$ 25,294 bilhões e as compras externas, US$ 20,154 bilhões. O resultado da balança comercial é superavitário em US$ 5,140 bilhões, o que representa um crescimento de 85,3% em relação ao valor apurado no mesmo período do ano passado (US$ 2,773 bi). Pela média diária, houve crescimento de 74,7%.

Fonte: MDIC

Panalpina define plano de redução de emissões de CO² até 2025

Após participar das reuniões da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima, realizadas em Paris, França, em 2015, e no âmbito de um esforço global para mitigar as alterações climáticas, o Grupo Panalpina definiu um plano de ações para reduzir as emissões de CO² em 20% até 2025. Com a iniciativa, a companhia passa a ser uma das 32 empresas internacionais a ter tais objetivos aprovados pelo Scientific Based Targets (SBT), grupo da própria ONU responsável pelo controle das emissões de gases no meio ambiente.

“Após integrar as Conferências Climáticas de 2015, o Grupo Panalpina assinou um tratado, juntamente com várias empresas do mundo inteiro, firmando o compromisso de reduzir as emissões de CO² até 2025. Fomos uma das primeiras companhias, entre as que estavam presentes, a assumir esta responsabilidade”, afirma o diretor de qualidade e sustentabilidade da Panalpina Brasil, Adriano Bronzatto.

A empresa compromete-se a reduzir as emissões de CO² de escopos 1 e 2, causadas pelos impactos diretos, em 20% até 2025, em relação aos níveis de 2013. Estes impactos são originados pelas atividades desenvolvidas nos escritórios e nos armazéns, bem como pela atividade dos veículos de propriedade da empresa ou mesmo alugados, sejam automóveis de passageiros ou caminhões. Da mesma forma, também se compromete a reduzir suas emissões de escopo 3 — causados por impactos indiretos — em 15% durante o mesmo período, que são as provenientes de viagens de negócios e de transportes subcontratados.

“Essas metas estão relacionadas, principalmente, ao consumo de recursos próprios – como água, energia e papel – e também ao que não é diretamente consumido pelo Grupo Panalpina, mas pelos seus parceiros na cadeia de suprimentos, ou seja, também temos a responsabilidade de influenciar nossos fornecedores para que tenham conhecimento da importância deste tema na relação comercial com a companhia e com seus clientes, assim como para com a sociedade e com o meio ambiente”, ressalta o executivo.

Iniciativas Brasil – No Brasil, especificamente, a Panalpina possui iniciativas ambientais que são consideradas exemplos. Segundo Bronzatto, no aspecto direto há um plano de atividades relacionadas a gestão do meio ambiente, que, inclusive, foram essenciais para a conquista da certificação ISO 14001, recebida pela empresa em 2011. Neste plano estão relacionadas as principais iniciativas que a empresa precisa implementar anualmente para que possa reduzir as emissões de CO² e as gerações de resíduos.

“Por exemplo, em nossa frota de veículos buscamos, desde a seleção, modelos mais econômicos para que se consuma menos combustível e para que se tenha mais eficiência energética, que gerem menos resíduos e menos poluição na atmosfera. Além disso, todos os carros da Panalpina só podem ser abastecidos com etanol, que tem impacto menor do que um combustível fóssil. Esse tipo de seleção, que visa o lado sustentável, ocorre com todos os outros materiais da empresa, como na hora de comprar equipamentos de informática ou mobiliários”, destaca.

Bronzatto reforça que outras pequenas intervenções diárias, como reduzir a utilização de água, energia e papel nas unidades da Panalpina pelo país, também fazem a diferença. “Em nosso escritório de São Paulo, por exemplo, estamos substituindo toda a iluminação atual por lâmpadas LED. Com iniciativas como essa, já conseguimos diminuir o consumo de água e energia em 10,3%. Também estamos em processo de conscientização constante quanto a utilização do papel, o que já nos permitiu uma redução de 23,1% no uso desse material”, salienta.

Outras ações, como a coleta seletiva e a correta destinação do lixo eletrônico produzido, quando ocorrem as substituições de equipamentos de informática, também se destacam. “Temos uma parceria com uma ONG chamada Oxigênio, que recebe esses materiais e os reutiliza, com o intuito de educar e profissionalizar. Com eles, são oferecidos cursos e treinamentos para formar técnicos em manutenção de computadores. Estes mesmos profissionais transformam as peças que eram resíduos para nós em novos equipamentos, em perfeito funcionamento, e os fornecem para escolas públicas. Dessa forma, trabalhamos no conceito dos três R’s: Reduzir o Consumo, Reutilizar o Equipamento e Reciclá-lo”, conta.

“São pequenas iniciativas como essas, nossas e de todas as unidades do Grupo Panalpina no mundo, que somadas fazem com que a gente consiga, até 2025, alcançar essas metas de redução das emissões”, completa.

Base Científica – Para definir esta estratégia de redução de emissões de CO², a companhia tomou como base o Método de Descarbonização Setorial, metodologia aprovada pela SBT. Do mesmo modo, os objetivos estão de acordo com o que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), órgão da ONU responsável pelas avaliações de variações do clima, diz ser necessário para manter o aquecimento global abaixo de um limite considerado perigoso. Segundo este painel de cientistas, as emissões globais de gases de efeito estufa devem ser reduzidas em até 70% até 2050 para limitar o aquecimento global a 2°C e evitar mudanças climáticas irreversíveis. O último relatório do IPCC, publicado em 2014, revela que o planeta já aqueceu 0,85 graus acima da era pré-industrial.

“Naturalmente, nossos esforços continuarão além de 2025. Estamos visando o trabalho a longo prazo. Por enquanto, a nossa organização sabe qual é o seu trabalho de casa e vamos informar sobre o nosso progresso a cada ano”, diz o CEO do Grupo Panalpina, Stefan Karlen.

“Alterações ambientais são de longo prazo, porque envolvem mudanças de tecnologia e da forma como consumimos, e isso não se faz do dia para a noite. Sem trocar a matriz energética, ou seja, a tecnologia de consumo ou de geração, não é possível ter resultados imediatos e significativos. Com essas pequenas ações vamos convertendo a cultura, a forma de consumir e de reduzir, alterando os processos e gerando um impacto importante”, conclui Bronzatto.